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O desmatamento ilegal e as queimadas na Floresta Amazõnica atingiram proporções alarmantes em 2019, mais de 142 mil focos ativos registrados até setembro, 65% a mais do que em 2018, e o pior ano nos últimos 10 anos. O tema chegou a ser debatido numa reunião do G7 – grupo dos países mais industrializados do mundo, que discutiu sanções econômicas ao Brasil e por fim aprovou uma ajuda emergencial, mas que foi recusada pelo governo brasileiro. Personalidades mundiais registraram suas preocupações com a Amazônia, Gisele Bündchen, Leonardo DiCaprio, Lewis Hamilton, Cristiano Ronaldo, entre outros. A atenção da midia global se voltou para o Brasil, CNN, Reuters, The New York Times, The Economist noticiaram amplamente a devastação amazônica. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, afirmou estar “profundamente preocupado” com os incêndios na Floresta Amazônica. No mundo todo as queimadas da floresta amazônica geraram apreensão. Todas as abordagens até então foram jornalísticas, nenhuma abordagem cinematográfica foi realizada. A floresta leva umidade para toda a América do Sul, influencia o regime de chuvas na região, contribui para estabilizar o clima global e ainda tem a maior biodiversidade do planeta. Nossa casa está em chamas, a biodiversidade do nosso planeta corre riscos. Um grupo de documentaristas viaja até Porto Velho, Rondonia, awgundo o INPE, um dos estados mais afetados pelas queimadas, e de lá entra na floesta amazônica com o objetivo de registrar a degadação e a devastação na floresta. Operações do Ibama, tiroteio entre Polícia Federal e garimpeiros clandestinos, animais selvagens, povos isolados sem contato com a civilização são perigos que fazem parte da rotina da equipe de filmagem.

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